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Terça-feira, 04 de Agosto de 2026

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Flotilha Yaku Mama leva demandas indígenas de países andinos à COP30

Lideranças e ativistas indígenas do Equador e Colômbia concluíram uma viagem de barco de 25 dias e chegaram a Belém para apresentar suas reivindicações na COP30, exigindo combustíveis limpos e maior participação na gestão territorial.

Acontece Rondônia
Por Acontece Rondônia
Flotilha Yaku Mama leva demandas indígenas de países andinos à COP30
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Mais de 60 lideranças e ativistas ambientais concluíram nesta segunda-feira (10) uma jornada de 25 dias de barco, chegando a Belém para participar da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30). A iniciativa da flotilha Yaku Mama, idealizada por entidades como a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), partiu do Equador e cruzou a Colômbia até chegar à capital paraense.

O objetivo da flotilha Yaku Mama é criar estratégias conjuntas entre os povos indígenas. A porta-voz do grupo, Lucia Ixchiu, destacou a importância da união. “Para nós, o mais importante é construir solidariedade além fronteiras, porque a situação mundial é muito difícil. Precisamos, por exemplo, combater a poluição do rio Amazonas”, afirmou.

Reivindicações na conferência

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Entre as principais reivindicações que serão apresentadas na COP30 estão:

Maior participação na gestão dos territórios tradicionais.

Acesso facilitado à água potável.

Combate efetivo à mineração e à exploração de petróleo.

Medidas para coibir a violência contra os povos originários.

O líder indígena Pablo Inuma Flores, da região do Baixo Madre de Diós, no Peru, ressaltou a necessidade de um diálogo construtivo para mudar o cenário atual.

“O objetivo é ter combustíveis limpos, que não poluam e evitar derramamentos. Queremos zero combustíveis fósseis, zero mineração ilegal, zero extrativismo, zero desmatamento e zero extração ilegal de madeira”, declarou o líder, sintetizando as demandas socioambientais levadas à conferência.

FONTE/CRÉDITOS: Admin User
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