Grupos de direitos humanos denunciaram repressão e controle na Venezuela após a captura do ditador Nicolás Maduro pelos Estados Unidos.
Na segunda-feira (5), o Comitê para a Libertação dos Presos Políticos do país informou que encarcerados tiveram os direitos de visita suspensos e estão impedidos de se comunicar com o mundo exterior.
O comitê acrescentou que postos de controle foram colocados em cidades de todo o país, onde acontecem revistas e detenção de pessoas que possuem “material digital” ligado à ação militar dos EUA.
-
Trump diz que ação na Venezuela provou que EUA têm as Forças mais temíveis
-
O que esperar do julgamento de Nicolás Maduro nos EUA
-
Danças de Maduro foram decisivas para operação de captura dos EUA, diz NYT
O governo venezuelano publicou na segunda-feira (5) o decreto do Estado de Comoção Externa, que concede amplos poderes à presidência e ordena às forças de segurança que capturem “qualquer pessoa envolvida na promoção ou apoio” do ataque americano.
O sindicato dos jornalistas venezuelanos também denunciou a repressão contra jornalistas, e Edmundo González – que a oposição afirma ter sido o verdadeiro vencedor das eleições de 2024 – repetiu os apelos à libertação dos presos políticos.
Numa mensagem de vídeo desde o exílio, González disse que a captura de Maduro foi “um passo necessário, mas não suficiente” para alcançar uma transição democrática.
Por que o ataque dos EUA à Venezuela relembra ação no Panamá

Danças de Maduro foram decisivas para operação de captura dos EUA, diz NYT | BASTIDORES CNN
Comentários: